Entendeu? Não?
Vou traduzir do baianês:
Ó o auê ai ó quer dizer olha a bagunça, zoada, alvoroço...
Sabe quando foi a 1°vez que eu ouvi essa expressão? Foi numa sala de aula. A galera agitada a professora entra ,mas ninguem vê quando ouve-se aquele tapão na mesa e o grito "Ei ó o auê ai ó" (cara vc sabia que esse é o unico conjunto de vogais que fazem sentido como frase?)todo intervalo era assim,mas o intervalo que no tempo era apenas o bom e velho recreio.
Que alias nunca deveria ter mudado. Antes quando era recreio dava para jogar, correr, bater um papo, ou seja, tudo que uma criança gosta de fazer, mas veio a adolescência e tudo mudou 1°ao invés de recreio a gente deveria falar intervalo e ao invés de correr apenas por correr nois deveríamos ter um objetivo seja para lanchar ou até ir atrás daquela gatinha da escola, escola? Escola não era colégio. cheio de regras e diferenças daquele velho tempo de brincadeiras e agitações ou seja tempo do “auê” . Que foi substituído pela necessidade de trabalhar e pela preocupação de ser um adulto,Que é apenas uma criança com obrigações.
Tempo do “auê” da vontade de cantar “que tempo bom que não volta nunca mais...”
Quem sou eu
quarta-feira, 8 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
" Assassinando o português "
Um dos temas mais comentados da atualidade foi a chamada "mudanças nas regras gramaticais", mas todos nóis sabemos a verdade.
Todas as línguas são mutantes (calma eu não vou falar nos x-mans apesar de que a Jean é g...). Quando digo línguas mutantes me refiro às mudanças que todos os idiomas sofrem durante os séculos, muitas delas passam quase despercebidas tipo assim: você já ouviu alguém falando assim “Vamos em boa hora?” ou até mesmo” Vois micê” (Às vezes nas novelas de época da rede globo).
Isso mesmo esses termos eram utilizados antingamente e que pela velha preguiça de pronunciar as palavras. (ou até mesmo pela preguiça de escrever) sofreram mutações tipo: Vamos em boa hora virou o “vamos embora” que como gíria virou o “vambora” que por preguiça virou o “bora” e agora com a internet aquele bichinho do cão virou “bó” por falar em gíria você sabe como nasceram às gírias? Foram os escravos que na época procuravam falar das suas reuniões e fugas de um jeito que os capatazes não entendessem o que era dito. Então imagine o diálogo como o cara do chicote olhando pra vois micê:
- Vamos fugir?
- Claro, como?
- Vamos dizer que vamos ao mato defecar, daí a gente sai correndo.
- certo.
(fudeu tudo NE?)
Agora com gírias que só os escravos conheciam:
- Vambora?
- Só...
- Nóis diz que vai largar o barro e sai voado.
- beleza.
(Os caras passam batidos)
Já que eu falei de vois micê que também é da mesma época. Ele virou o “você” que todo mundo usa, o “cê” da galera da preguiça e o “vc’ da galera da tal de NET (esses sim têm preguiça).
Voltando ao assunto das mudanças gramaticais, não que elas não tenham relevância. Já que são regras para todas as nações que tem o português como línguas oficiais.
Elas são muito importantes para que todos cheguem ao mesmo entendimento, mesmo que às vezes nois venhamos a cometer um ou vários erros ortográficos, pois nois sabemos que todo mundo já matou,mata ou irá assassinar o português. A nossa língua mutante que mudou, evolui e se transformará sempre.
Todas as línguas são mutantes (calma eu não vou falar nos x-mans apesar de que a Jean é g...). Quando digo línguas mutantes me refiro às mudanças que todos os idiomas sofrem durante os séculos, muitas delas passam quase despercebidas tipo assim: você já ouviu alguém falando assim “Vamos em boa hora?” ou até mesmo” Vois micê” (Às vezes nas novelas de época da rede globo).
Isso mesmo esses termos eram utilizados antingamente e que pela velha preguiça de pronunciar as palavras. (ou até mesmo pela preguiça de escrever) sofreram mutações tipo: Vamos em boa hora virou o “vamos embora” que como gíria virou o “vambora” que por preguiça virou o “bora” e agora com a internet aquele bichinho do cão virou “bó” por falar em gíria você sabe como nasceram às gírias? Foram os escravos que na época procuravam falar das suas reuniões e fugas de um jeito que os capatazes não entendessem o que era dito. Então imagine o diálogo como o cara do chicote olhando pra vois micê:
- Vamos fugir?
- Claro, como?
- Vamos dizer que vamos ao mato defecar, daí a gente sai correndo.
- certo.
(fudeu tudo NE?)
Agora com gírias que só os escravos conheciam:
- Vambora?
- Só...
- Nóis diz que vai largar o barro e sai voado.
- beleza.
(Os caras passam batidos)
Já que eu falei de vois micê que também é da mesma época. Ele virou o “você” que todo mundo usa, o “cê” da galera da preguiça e o “vc’ da galera da tal de NET (esses sim têm preguiça).
Voltando ao assunto das mudanças gramaticais, não que elas não tenham relevância. Já que são regras para todas as nações que tem o português como línguas oficiais.
Elas são muito importantes para que todos cheguem ao mesmo entendimento, mesmo que às vezes nois venhamos a cometer um ou vários erros ortográficos, pois nois sabemos que todo mundo já matou,mata ou irá assassinar o português. A nossa língua mutante que mudou, evolui e se transformará sempre.
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